postado por cafecomjose @ 9:28am, Sexta 3 Fevereiro 2012.
Mensagem lida em 04/02/12
De Quem é a Culpa?
(Autor Desconhecido)
As perguntas mais freqüentes, no ambiente de trabalho, geralmente são: "Quem é o culpado?", "Quem fez isso?", "Quem foi?", etc. Por conseguinte, as respostas aparecem: "Não fui eu", "Não tenho culpa", "Não sei de nada", "Eu nem estava aqui", e assim por diante. Basta surgir um problema qualquer, ou alguma coisa dar errado e lá vem a pergunta, seguida da esperada resposta. E não é raro que os acusadores de plantão estejam alertas para denunciar: "isso é coisa de Fulano", "Beltrano é que costuma fazer isso", "Não disse que não ia dar certo?", "Eu bem sabia que isso iria acontecer..." E assim passamos os dias, os meses, os anos... Sempre à procura de culpas e de culpados... No entanto, dizem a razão e o bom senso, que melhor seria encontrar a solução do problema e depois buscar as causas, sempre com intuito de evitar que ocorra novamente. Uma equipe que agisse dessa maneira, desarmada e comprometida com a tarefa, faria o trabalho fluir de forma harmônica e séria, em vez de emperrar, volta e meia, para uma "caçada às bruxas". Numa equipe que pensa mais em buscar culpados do que encontrar soluções, a criatividade é quase nula, e as pessoas não ousam sair dos limites que lhes foram traçados, para não correr riscos. O colaborador que trabalha com confiança na sua equipe, certo de que quando errar terá o apoio dos demais para encontrar o caminho certo, será uma pessoa inovadora, criativa, desarmada e sincera. Já num ambiente em que a todo momento se corre o risco de ser denunciado, punido, agredido com palavras e gestos, as pessoas ficam cada vez mais inseguras, temerosas, e o ambiente se torna falso, irrespirável. Quando a equipe é madura e seus membros são responsáveis, discutem-se problemas e soluções com tranqüilidade, sem melindres, sem acusações de cunho pessoal, mas com uma análise sincera do desempenho dos tarefeiros e da tarefa. O que geralmente ocorre é que as pessoas acusam-se reciprocamente em vez de avaliar a atividade e envidar esforços para fazer o melhor. Existem, também, as pessoas imaturas, que levam tudo para o campo pessoal e melindram-se quando ouvem críticas ao seu trabalho. É importante considerar tudo isso e começar a agir com maturidade em prol da atividade, e para o bem de todos. Trabalhar numa equipe madura e consciente da importância de cada um de seus membros, é o grande diferencial para se conseguir o bom desempenho de todos e a excelência do trabalho. Em vez de acusadores, parceiros. Em vez de desleixo, descuido, temor, colaboração. ............... O ser humano é naturalmente experimentador, inovador, ousado. Quando reprimido, torna-se falso, dissimulado, propenso a sabotar o trabalho dos outros. Quando ouvido, valorizado, considerado, orientado, liberta sua criatividade e produz coisas belas e nobres.Pense nisso e aja de forma madura com seus pares. Você cresce e os outros também. Afinal, a vida na terra é um aprendizado constante. E só cresce quem tem humildade para aprender, discernimento para ensinar e, sobretudo, coragem de renovar atitudes para melhor.
Pense nisso e tenha um excelente final de semana.
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postado por cafecomjose @ 4:35pm, Sexta 27 Janeiro 2012.
Mensagem lida em 28 de janeiro de 2012.
A Ação Mais Importante
(Autor Desconhecido)
Um dia, um advogado famoso foi entrevistado. Entre tantas questões, lhe perguntaram o que de mais importante fizera em sua vida. No momento, ele falou a respeito do seu trabalho com celebridades.
Mais tarde, penetrando as profundezas de suas recordações, relatou: "o mais importante que já fiz em minha vida ocorreu no dia 8 de outubro de 1990.
Estava jogando golfe com um ex-colega e amigo que há muito não via.
Conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele contou-me que sua esposa acabara de ter um bebê.
Estávamos ainda jogando, quando o pai do meu amigo chegou e lhe disse que o bebê tivera um problema respiratório e fora levado às pressas ao hospital.
Apressado, largando tudo, meu amigo entrou no carro de seu pai e se foi.
Fiquei ali, sem saber o que deveria fazer. Seguir meu amigo ao hospital?
Mas eu não poderia auxiliar em nada a criança, que estaria muito bem cuidada por médicos e enfermeiras.
Nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação.
Ir até o hospital e oferecer meu apoio moral? Talvez. Contudo, tanto meu amigo como a sua esposa tinham famílias numerosas.
Sem dúvida, eles estariam rodeados de familiares e de muitos amigos a lhes oferecer apoio e conforto, acontecesse o que fosse.
A única coisa que eu iria fazer no hospital era atrapalhar. Decidi que iria para minha casa.
Quando dei a partida no carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu veículo aberto. E com as chaves na ignição, estacionado junto às quadras de tênis.
Decidi, então, fechar o seu carro e levar as chaves até o hospital.
Como imaginara, a sala de espera estava repleta de familiares. Entrei sem fazer ruído e fiquei parado à porta.
Não sabia se deveria entregar as chaves, conversar com meu amigo...
Nisso, um médico chegou, se aproximou do casal e comunicou a morte do bebê. Eles se abraçaram, chorando.
O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança.
Eles ficaram de pé e se encaminharam para a porta. Ao me ver, aquela mãe me abraçou e começou a chorar.
Meu amigo se refugiou em meus braços e me disse: "muito obrigado por estar aqui!"
Durante o resto da manhã, fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurando seu bebê, e se despedindo dele.
Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida!"
...............
A vida pode mudar em um instante.
Podemos fazer planos e imaginar nosso futuro. Mas ao acordarmos de manhã, esquecemos que esse futuro pode se alterar em um piscar de olhos.
Esquecemos que podemos perder o emprego, sofrer uma doença, cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas.
Por isso, entre as tantas coisas que nos tomam as horas todos os dias, não esqueçamos de eleger um tempo para umas férias, passar um dia festivo com a família.
Uma hora para estar com as crianças, ler para elas, participar de uma festa na escola.
E, naturalmente, guardar um tempo para cultivar amizades.
Pense nisso, e tenham todos um bom final de semana!
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postado por cafecomjose @ 8:10am, Sexta 20 Janeiro 2012.
Mensagem lida em 21/01/12
Vida de Elefante
(Autor Desconhecido)
Você já observou elefante no circo?
Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunal. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira.
E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.
Que mistério! Por que o elefante não foge?
Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno.
Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: : ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.
Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio, por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.
Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas que não podemos ter, que não podemos ser, que não vamos conseguir..., simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo, ou ouvimos tantos nãos que a corrente da estaca ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o "sempre foi assim..."
Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, ou algum Outro problema ou algo que nos fizesse sair da zona de conforto.
A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Não espere que o seu "circo" pegue fogo para começar a se movimentar. Vá em frente!
Pense nisso e tenha um bom final de semana.
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